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positivosim@gmail.com Sou um cara normal, que contraiu o HIV em uma relação homossexual monogâmica (ao menos da minha parte). O resto vai ser postado aqui nesse blog...
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domingo, 25 de julho de 2010

Reavaliações

Estou cá a passar por reavaliações gerais na minha vida. Reavaliando escolhas, formas de agir, dinâmicas do dia a dia (familiares, de grupos de amigos e outras interiores apenas minhas).
Recomecei minha terapia, com um novo analita há umas 2 semanas e me dei conta de que certas coisas que não vão para frente são reflexos de ações repetidas ao longo de anos da minha vida.
Não fico na minha análise tratando de problemas passados, biscando culpas etc.. Trato do agora. Porém, o agora está sempre conectado a certas coisas do passado, então ele acaba vindo junto.
Há cerca de 2 anos comprei um livro simplesmente pelo nome: AUTOSABOTAGEM! E como me saboto de tempos em tempos, o livro ficou na estante sem nunca ter aberto.
Comecei agora a leitura e não é nenhum livro fantástico, porém um daqueles tipo “autoajuda”. Contudo, há algumas coisas bem interessantes nele… vou lendo aos poucos e absorvendo o que acho que possa ser interessante para mim, no meio de um certo blá, blá, blá um quanto óbvio.
Mudei de Estado e deixei problemas em MG, mas acabei com outros no Rio: voltar a dinâmica da família, que não me faz muito bem, voltar a ter que dar satisfação da minha vida, novo emprego com salários que atrasam, me deixando com novas angústias e ansiedades, enfim, toda uma nova gama, que talvez não esteja tão desconexa dos probolemas que eu já tinham mas aparecem de outra forma.
Minha vida é agora e preciso basicamente pensar em duas coisas: o que fazer para sobreviver com qualidade de vida (definitivamente preciso do meu espaço) e, o que eu amo.
Meta de curto prazo: um trabalho onde eu receba meu salário em dia e não me traga angústias.
Meta de médio/longo prazo: um trabalho que eu ame, dentro das áreas das minhas paixões.
Pensando nisso posso dar os próximos passos, mas apenas pensando os passos não são dados, é preciso agir.
Comecei esse post no meio de um filme, pois me trouxe um pensamento que levou a outro, outro e mais outro e acabei aqui, no meio de uma pausa a 35:43 minutos do filme que comecei a ver.
Pensei em como as pessoas recebem as coisas de forma diferente, pois minha mãe achou o filme uma droga, porém por mais que possa ser realmente terrível, para mim disse muito.
Me identifiquei com personagens e pensei muito sobre o HIV, todo o estigma da doença, as teorias de como começou e se espalhou, a dúvida de se estar infectado ou não, etc..
Vou parando por aqui, que esse foi apenas um devaneio no início de um filme que sequer sei se é bom, mas me trouxe muitas reflexões em um pouco mais de meia hora.
Aqui vai o filme que nem indico ainda, pois pode ser péssimo, aliás me parece bem fraco (resolvi ver pois já gosto de um suspense), mas me disse alguma coisa no momento atual.
Infectados (Carriers) – 2009
infectados
Quatro amigos fogem de uma pandemia viral e logo percebem que se trata do mais perigoso vírus já encontrado. O vírus se espalha por todo o globo. O contágio está por toda a parte, ninguém está seguro e não se pode confiar

2 comentários:

Felipe. disse...

Saudade de suas postagens!
Por favor não deixe de postar.

Até o próximo post...
Abraços

Positivo Sim disse...

Obrigado Felipe!
Post novo... demorei, mas postei.
Abraços